19/02/2017

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Blog-Imagens-Compar-ou-alugar-2 A aquisição da casa própria é o sonho de grande parte brasileiros, o que faz com que muita gente vá em busca de informações sobre financiamentos, custo de documentação, vantagens da casa própria frente ao aluguel, entre outras. Para melhor atender aos seus clientes e oferecer máxima credibilidade em informações, você, como corretor, deve estar pronto para esclarecer essas dúvidas. Preparado para testar seus conhecimentos? Acompanhe o post!

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Rafael Losch
Postado por: Rafael Losch

01/08/2016

Saiba como usar o FGTS para abater a dívida do seu financiamento imobiliário.

Reduzir a dívida sem tirar um real do bolso pode parecer milagre, mas não é. Basta usar o dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

a hand holds a single key Quem vive de aluguel e sonha com a casa própria não vê a hora de estar morando naquilo que é seu. Há também aqueles que já conquistaram o próprio teto por meio de financiamentos habitacionais e, agora, sonham com o dia em que as prestações chegarão ao fim. Com a explosão dos financiamentos de imóveis nos últimos anos, há milhares de pessoas nessa situação. Muitos desses novos proprietários nem sabem, mas há uma alternativa para quitar o financiamento de forma bem mais rápida, ou então, fazer com que as prestações fiquem mais suaves. Reduzir a dívida sem tirar um real do bolso pode parecer milagre, mas não é. Basta usar o dinheiro do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Mesmo tendo usado o FGTS para dar a entrada no financiamento imobiliário, os mutuários podem fazer saques do fundo a cada dois anos ou mesmo todos os anos, em caso de extrema necessidade. Dependendo de quanto o proprietário do imóvel está pagando e do seu saldo no fundo de garantia, recorrer a essa possibilidade pode significar a economia de pelo menos o dobro do valor sacado do FGTS. Isso porque esse direito trabalhista pode ser empregado para abater o saldo devedor (a dívida propriamente dita) do financiamento do imóvel, diminuindo o número de prestações e fazendo desaparecer do boleto os juros e as taxas dessas prestações pagas antecipadamente.

A receita é simples, de acordo com Rúbia Aita Xavier, gerente da Caixa Econômica Federal. O cliente precisa estar financiando o seu primeiro imóvel, estar trabalhando há pelo menos três anos no regime do FGTS, ter no máximo três prestações em atraso e possuir o valor equivalente a no mínimo cinco prestações no saldo do fundo de garantia. Respondendo a essas condições, é só o cliente decidir como quer usar esse recurso.

“O fundo de garantia pode ser usado tanto como entrada no financiamento como também para amortizar, liquidar ou para pagar parte da prestação. Se o cliente quiser abater a dívida do financiamento, pode reduzir o prazo ou diminuir o valor da prestação. Pode fazer uma de cada vez ou usar uma parte do valor para uma situação e outra para a outra”, explica Rúbia.

Uma terceira alternativa é o cliente destinar o saldo do FGTS para pagar uma parte das prestações dos próximos 12 meses. Se comparada com as outras opções, esta é a menos vantajosa, porque o fundo de garantia, que é uma reserva do trabalhador, acaba sendo usado para pagar juros e taxas, além de ajudar a quitar a dívida. Mas usar o fundo e conseguir reduzir em até 80% o valor das prestações por um ano pode ajudar muita gente a sair do aperto e reorganizar as contas.

Fonte: ZAP Imóveis

Rafael Losch
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